quinta-feira, 20 de outubro de 2005

Em Villareal, com amor!

A viagem a Villareal correu conforme esperado. Além de viajar num grupo fantástico, que ia dos 18 aos 71, dormimos bem, comemos melhor e vimos o Benfica deixar de boca aberta as duas dezenas de milhar de adeptos do submarino "amarillo".
Apesar disso, comemos gato por lebre: o estádio do Villareal não tem condições para disputar a prova em causa (imagino o do Lille...) e os bilhetes que nos venderam não tinham correspondência real.
Quanto ao jogo, pouco há a dizer. Apesar do cepticismo do colega aqui do blog, Koeman preparou a equipa em consonância com as suas capacidades fisícas. Na primeira parte, dominámos, não permitindo que o Villareal triangulasse entre Riquelme, Jose Mari e Forlan. Criámos perigo suficiente, é certo, mas o nosso domínio era mais defensivo do que ofensivo.
Na segunda entrámos na expectativa. Depois de sofrido o golo, passámos a atacar em força e só por acaso não ganhámos.
Quanto a jogadores, e apesar da exibição de Nelson e do golo de Fernandes, Nereu esteve lá no cimo, junto aos deuses da juventude. Isso bastou-lhe.
PS - Um gajo está três dias fora de Portugal e o mundo parece voltar aos anos 80. O Porto ganha com sorte, Cavaco está na berlinda, o Sporting em crise técnica e directiva e o Conselho de Disciplina da Liga aplica DOIS JOGOS, repito, DOIS JOGOS - o mesmo que a Petit... -a um jogador que tentou matar um colega de profissão, em pleno campo.
PS 2 - Eu tinha dito que esperava trazer uma vitória e um empate. Depois de disputados os jogos, podia, perfeitamente, ter trazido uma goleada e uma vitória.
PS 3 - Têm razão. Confundi o Figueroa com o Jose Mari.

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