O que fazer, escrever ou dizer, quando as estrelas que não caem, se abatem sobre uma simples notícia: caiu...
Se o choque é grande, de início, depois a tristeza invade o espírito e a alma sangra acorrentada a um devir estranho, inamovível e cobarde. Esse momento, em que as ilusões se afastam, arrastando-nos para uma realidade profunda, em que a superfície é coberta pela raiva, é definitivo e absoluto: daí em diante, nunca mais. E ficamos fodidos com a vida, pedindo que não nos incomodem com palermices.
É assim: o André, eterno Andrézinho, não merecia as partidas que a vida lhe pregou. Nem, tão pouco, se preocupou com isso. Encarou-a como a estrela que sempre foi, sabendo que há o dia em que as estrelas não caem. Foi ontem. Não caiu: ficou, simplesmente, a ajudar-nos no que desse e no que viesse. Só para que não nos esquecessemos das lições que nos deu. E eu, que já fui tarde, aprendi que há sorrisos que valem por mil dias. O teu, como sabemos, valeu por mil vidas!
Dou-te um abraço agora e outro quando te encontrar no destino.
Se o choque é grande, de início, depois a tristeza invade o espírito e a alma sangra acorrentada a um devir estranho, inamovível e cobarde. Esse momento, em que as ilusões se afastam, arrastando-nos para uma realidade profunda, em que a superfície é coberta pela raiva, é definitivo e absoluto: daí em diante, nunca mais. E ficamos fodidos com a vida, pedindo que não nos incomodem com palermices.
É assim: o André, eterno Andrézinho, não merecia as partidas que a vida lhe pregou. Nem, tão pouco, se preocupou com isso. Encarou-a como a estrela que sempre foi, sabendo que há o dia em que as estrelas não caem. Foi ontem. Não caiu: ficou, simplesmente, a ajudar-nos no que desse e no que viesse. Só para que não nos esquecessemos das lições que nos deu. E eu, que já fui tarde, aprendi que há sorrisos que valem por mil dias. O teu, como sabemos, valeu por mil vidas!
Dou-te um abraço agora e outro quando te encontrar no destino.
NB - Nestes momentos, ser-se do Glorioso não é relevante. Mas todos sabiam: ontem e sempre, pelo menos para ti, a vitória estava certa. Na Catedral ou em Liverpool, estiveste onde o tempo quis. E, pelo menos para mim, hás-de estar no momento certo, na bola que é desviada para o poste, ou no golo que ninguém marcaria. Sempre como mereces: na diferença de atitude e na verticalidade do comportamento.
Sem comentários:
Enviar um comentário