domingo, 30 de setembro de 2007

O costume

- Um derby onde uma equipa tentou jogar para ganhar (porque jogava em casa) e outra que jogou para não perder (sempre á espera de um erro do adversário) só podia dar num empate, mais um...

- Camacho voltou a apostar o mínimo. A desculpa do plantel é redutora e é a mais fácil quando a capacidade técnica não é muita. "Faz falta quem marque golos", mas Cardozo está 75 minutos no banco e Nuno Gomes com uma falta de confiança que não se percebe para quem tem anos de experiência. e não é trocando um pelo outro que se resolve o problema...

- O Sporting aproveitou os erros do árbitro e vai passar a semana a "chorar", como sempre. No entanto, os telhados de vidro que todos têm parece que são inquebráveis. A semana passada, em Alvalade, talvez devido ao relvado, também ficou um penalty por marcar, mas para o V.Setúbal. Na altura, não ouvi nem Paulo Bento nem Carlos Freitas a queixarem-se...

- Com o balanço normal de início de época, o FC Porto vai na frente com 7 pontos de vantagem sobre o Sporting e 8 sobre o Benfica. Para as mentes mais esquecidas, o ano passado, também o FC Porto no final da primeira volta só tinha perdido 5 pontos (resultado de 1 derrota e de 1 empate em 15 jogos) e depois só na última jornada é que se soube quem ganharia o campeonato. Ainda há muito para palmilhar, mas os incautos já têm um campeão...

- Duarte Gomes errou na quarta-feira. Hoje teve direito a mais tempo de antena porque foi nomeado para o Beira-Mar - Santa Clara. Teve influência uma vez mais no resultado do jogo ao não validar um golo aos da casa. Até quando o discurso coerente de Vítor Pereira estará em consonância com as acções a tomar???

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Duarte Gomes

Era o que faltava, agora, o Duarte Gomes ser tido como um árbitro que beneficia o Banfica... Era mesmo o que faltava...

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Eu não vi, mas tu viste

Acho que ninguém viu o penalty hoje na Reboleira, sem ser o fiscal de linha.

Aliás, os fiscais de linha são sempre aqueles que vêm mais do que o árbitro e no entanto, continuam a ser tratados como uns coitadinhos, nem mesmo com os novos auriculares.

É certo que não vai faltar (ainda por cima, em semana de derby) por aí, umas virgens ofendidas com os sistemas de arbitragem e afins, mas esquecem-se que o mesmo fiscal de linha que conseguiu ver um penalty sobre o Abel no passado fim de semana em Alvalade, não conseguiu também ver um penalty de Gladstone sobre Matheus, na primeira parte.

Mas como é o Benfica, já vamos ficando habituados...

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

O inevitável - ou como há quem continue a querer sol na eira e chuva no nabal...

1 - César Peixoto, unidade fundamental na fase de construção atacante do Braga, nem viu o jogo! A quem se deve? A Maxi Pereira, que, tacticamente, fez um jogo excepcional. Não foi por aí que o Benfica empatou...
2 - Luís Filipe levou (apenas...) com Jorginho. Como é evidente, ofensivamente ficou em casa. Oportunidades criadas por Jorginho? Zero. Melhor, uma, mas partiu em fora-de-jogo...~
3 - Camacho entrou em Braga, mais uma vez, com quatro titulares no estaleiro e com Cardozo de rastos... jogou, é certo, na expectativa e tentou, em vão, que o contra ataque funcionasse. Foi pouco afoito? Foi. Mas se perdessemos era bem pior!
4 - Camacho devia ter ficado calado na conferência de imprensa, em vez de balbuciar coisas imperceptíveis? Não! Tem uma equipa de estreantes. Com um veterano (Rui Costa) e quatro jogadores feitos (Leo, Katsou, Nuno Gomes e Quim!), um central jovem com três jogos na Europa e meia época no banco, um africano que ainda não sabe bem com que arte da sorte aparece no Benfica (Bynia, que deixou boas expectativas...), dois jovens da América latina que muito podem vir a dar (Cebola e Di Maria), um uruguaio esforçado e tacticamente disciplinado, mas sem rotina de alta competição (Maxi), um avançado de grande futuro, mas cansado e desadaptado ao futebol europeu (Cardozo) e um lateral direito com uma crise emocional permanente, que só lhe permite jogar em clubes pequenos (Luís Filipe), como é que era possível tirar a pressão de cima dos jogadores, garantindo, no entanto, eficácia competitiva? Simples: retira-se a pressão do primeiro lugar, mas exige-se aos jogadores a qualificação da Liga dos Campeões. Se o conseguiu, ou não, no sábado lá estaremos para ver...

domingo, 23 de setembro de 2007

Uma questão de extremos

Um clube como o Benfica não pode jogar para empatar! Isso é claro como água e quem diga o contrário não merece ser adepto do clube.

Ainda para mais, um clube que joga para empatar, arrisca-se mais a perder do que a ganhar.

Camacho surpreendeu em Braga com a chamada de Gilles, o tal que ia para o Estrela e que acabou na Luz. Acabou bem, embora que um pouco limitado de técnica, não deslumbrou, mas cumpriu e bem. Não fosse o altruísmo de Paulo Costa e o camaronês tinha saído com uma exibição imaculada na cidade dos Arcebispos.

Há casos crónicos nesta equipa do Benfica e que começam curiosamente na escolha dos extremos. A um extremo pede-se explosão, velocidade e repentismo, para além de uma boa dose de imprevisibilidade. Características que Maximiliano Pereira não tem de todo, comprovando ser uma escolha errada no lado direito do ataque do Benfica.

O que mais me custou de ver no Benfica em Braga são as inconstantes exibições da equipa. Se na Luz entra com vontade de ganhar, nos outros campos, a motivação e a vontade têm de ser as mesmas. E isso não aconteceu claramente hoje.

O treinador do Benfica é claramente lento a ler o jogo, para além de não gostar de arriscar. Pode ter carisma, umas frases bonitas para alegrar a massa associativa, mas no banco limita-se a fazer troca por troca e o risco que devia tomar, não o toma.

Com o empate em Braga e a clara manutenção do resultado, só resta um caminho a José António Camacho que é o de arriscar. Se com um plantel em posições mais bem apetrechado do que a primeira passagem por Portugal, o espanhol tem de arriscar mais no jogo da próxima semana contra o Sporting, caso contrário, a corda há-de começar a roer...

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

"O mais bem sucedido treinador da história do Chelsea"

Nesta carta aberta aos adeptos do Chelsea, a direcção liderada por José Mourinho explica o inexplicável: o mais bem sucedido treinador do Chelsea estava incompatibilizado com a direcção há largos meses...
Sem discutir os critérios do magnata russo, sem pretender defender Mourinho (o que, aliás, por razões que não vos conto, nunca acontecerá!), é curioso ver como dois clubes que vivem do umbigo do seu presidente (Porto e Chelsea) não se conseguem adaptar ao sucesso evidente do treinador José Mourinho. Não do homem, mas do treinador.
Tudo tem uma razão lógica, é certo. Mas esta capacidade de Mourinho arrepia...
PS - Mourinho conseguiu em três anos aquilo que o Chelsea não conseguiu em toda a sua história...

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Notas Soltas

1 - Como previa, não pararam de chover críticas acerca das decisões de Camacho. Estou incrédulo. Podem explicar-me como é que uma equipa sem a defesa titular (excepto Leo) e com o trinco lesionado podia fazer melhor frente ao campeão europeu em título?
2 - O Sporting fez o que se previa. Um joguinho de passe curto em ataque, com desmarcações rápidas em contra-ataque. O pior é que não tem (ainda) intérpretes para a Europa. Principalmente depois do minuto 60... (sim, Miguel Veloso, sozinho no miolo, aguenta 60 minutos).
3 - O golo de Deivid é extraordinário. Um dos melhores momentos de futebol da semana. E continuo sem perceber porque é que saiu do Sporting...

injusto!

A vitória do Milan não se discute. Ponto final.
Mas da última vez que os defrontámos, em San Siro, nem um remate à baliza fizémos. Ontem, com 8 estreantes nestas lides, a páginas tantas caímos em cima do campeão europeu... Foi pena o erro de Miguel Vítor...

Por isso é que não compreendo este texto!

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Mês histórico

Vanessa Fernandes, Telma Monteiro e Nélson Évora abrilhantaram, no último mês, o nome do Sport Lisboa e Benfica. Se lhe juntarmos os atletas que participaram no Europeu de Basquetebol e no Mundial de Rugby, bem como a Supertaça de Futsal, temos um mês histórico para o Sport Lisboa e Benfica.
Mais uma vez - e não me canso de escrever! - Fernando Tavares merece uma referência. Só é pena não haver dinheiro para a inscrição do nosso clube na Liga dos Campeões de Hóquei...
PS - e o que dizer do extraordinário esforço no ciclismo. Três chefes de fila do melhor que há em Portugal, não é para todos...

San Siro

Com muita pena, hoje fico por Lisboa. Na última, estive quase, quase, quase a ir pelos ares... Se o croata tivesse acertado em vez de olha para mim, a história hoje seria diferente...

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Eis que o futebol chega à Catedral...

O mesmo de sempre

Luis FIlipe Vieira andava calado e andava bem. O problema do Presidente do Benfica é esse mesmo: não sabe estar calado!

E para além de não saber estar calado, está rodeado de uma incompetente equipa de comunicação que só serve para lhe bajular os pés e não para fazer o trabalho que tem de fazer.

Não está em causa o futuro de Rui Costa, uma vez que esse já é sobejamente conhecido. Está em causa sim o facto de Luis FIlipe Vieira cuspir no prato que comeu durante vários anos e que ainda come.

Referir-se a José Veiga como ingrato e com a porta fechada no Benfica é apenas mais uma prova do discurso que Vieira tem. Inconstante, incoerente e sem o mínimo de decoro para com as pessoas que o serviram.

Julga-se o dono do Mundo, a imprensa bajula-o e até tem direito a dizer "comigo ou sem migo" sem que seja gozado ou leve algum reparo.

O Luis Filipe Vieira que andava calado é o que serve os interesses do Benfica. Este que diz alarvidades cada vez que abre a boca dispenso...

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Em nome do grupo

Em nome do grupo, Scolari preserva uma rodoma enorme à sua volta, branqueando todas as asneiras que já fez ao serviço da Selecção. E garanto-vos que as asneiras são mais do que as virtudes.

Confesso que nunca gostei muito de Scolari, mas convém dar-lhe o crédito de ter sido, pelo menos para as pessoas, o responsável por duas classificações históricas em duas fases finais de competições importantíssimas como o Campeonato do Mundo e o Campeonato da Europa.

Em 2004, teve o condão de perder duas vezes com o mesmo adversário, mostrando logo aí a sua visão pouco clara de ler um jogo de futebol. Em 2006, assisti ao vivo à sua inoperância táctica de vencer uma França que estava perfeitamente ao alcance da nossa Selecção.

Este caminho para o apuramento do Euro 2008 começou tremido quando o Seleccionador disse que bastava empatar fora e ganhar em casa para assegurar o apuramento. O problema é que quem joga para empatar, raramente ganha e muito provavelmente perde. Além disso, conseguir empates diante de potências como a Arménia, o Azerbeijão e o Cazaquistão são resultados dignos para uma equipa como Portugal, isto segundo Scolari.

O grupo que ele tanto preza é o mesmo que o acompanha há algum tempo e a renovação tarda em acontecer. Paulo Ferreira continua a defesa esquerdo, a selecção continua dependente de Ronaldo e falta um claro fio de jogo num sistema implementado com base no FC Porto de Mourinho e que está claramente desactualizado com o contexto actual.

Para acabar em beleza, a tentativa de agressão a Dragutinovic mostra a fraqueza de espírito e de clarividência que um Seleccionador tem de ter quando está sob pressão. Outro dos problemas é que os jornalistas "pavlovianos" que o acompanham também estão inseridos no tal espírito de grupo.

Por isso, Sr. Scolari, em nome do grupo, demita-se! É o melhor que tem a fazer...

Ridículo

Eu até simpatizo com a impertinência do homenzinho. Mas estas aleivosias, sempre acompanhadas de sarcasmos, são imorais.
Pior, representam um problema, permanente, de consciência, que pode ser o princípio de uma complicada bipolaridade.
Desejo, ardentemente, as tuas melhoras.

De volta

Depois de Amesterdão (em trabalho), sem passagem pela Jordans, mas por outra do mesmo calibre, Mister D está de volta. Quer o Benfica ganhe ou perca, quer a Selecção ganhe ou perca, quer o Scolari bata ou não...

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Scolari

Sempre fui um defensor de Scolari. Também acho (e não estive a beber o líquido predilecto de FSF) que é o melhor seleccionador nacional desde que me conheço por gente.
No entanto algo mudou em Scolari de há uns tempos para cá. A coerência que sempre lhe reconheci anda escondida.
Desconheço a que se deve tal mudança mas toda esta campanha tem sido marcada por erros sistemático e dificeis de entender.
Eu não me esqueço da promessa do seleccionador de que Paulo Ferreira nunca mais jogaria a defesa esquerdo. É pois com grande espanto que o vejo fazer 2 jogos seguidos nessa posição.
Estranho ver jogadores serem convocados e depois não jogarem por supostas faltas de ritmo e ter no seu lugar atletas de valor mais que questionável. Vejo outros que, sendo titulares decisivos nos seus clubes, são afastados para a bancada para jogarem outros que estão suspensos nesses mesmos clubes e cuja baixa de forma é por demais evidente. Estranho que o meio campo dos sub-21 seja mais forte que aquele que a principal equipa apresenta em 2 jogos decisivos em casa.
Sei que Scolari protege o seu grupo, e concordo que o deva fazer, mas dentro de limites razoáveis. Há jogadores que, futebolisticamente falando, não têm lugar na selecção. Outros há que tendo valor não podem ser chamados para ficarem no banco e serem substituídos pelos acima citados.
Há neste momento uma grande confusão no seio da selecção portuguesa que não sei de onde vem - ou talvez até saiba - mas que tem de ser eliminada urgentemente.
Acresce agora que, com esta atitude lamentável de Scolari, o desnorte, ao invés de diminuir, tenda a aumentar.
E Portugal fica numa posição muito delicada.
Se fica mal com Scolari também não ficará melhor com outro qualquer assalariado deste sistema que nos é imposto há décadas.
Scolari era desse ponto de vista uma peça chave pela sua independência.
Até ontem.
Depois do que escrevi ontem, Scolari enfia (ou tenta enfiar...) um murro num jogador da equipa adversária...
Não gosto, mas concordo com o que disse Clemente. O que não significa que alinhe na crucificação sumária do sargentão.
O pior é que quem não quer ser lobo, ...

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Portugal

No dia em que Portugal joga uma cartada decisiva na qualificação para o Euro 2008, não posso deixar de reafirmar a minha solidariedade com Scolari, o melhor seleccionador nacional de sempre...

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Os amigalhaços do Engenheiro, ou a amizade com o Papa...

Quando o Benfica de Fernando Santos recebeu o Porto, estava a um ponto de distância e tinha tudo para, ganhando, ser campeão. Entrou a medo, concedeu o domínio de jogo ao adversário e quando tentou ser feliz, já estava a levar uma batata no saco.
Poucos dias depois, na Catalunha, o Engenheiro lembrou-se de atirar João Coimbra às feras - quem sabe se não o queimou para sempre...-, preterindo o "pequeno bombardeiro". Quando acordou, já levava outras três... num instante o génio do italiano apareceu e reduziu a vantagem para um golo. Quando faltavam 15 minutos para o fim da partida, com o resultado desfavorável, estes olhos que a terra há-de comer viram o Engenheiro a mandar Rui Costa acalmar, porque o resultado estava feito. No jogo da Luz, a sorte nada quis com o Engenheiro. Pudera, a sorte, dizem, protege os audazes...
O Engenheiro, nas três vezes que treinou os grandes, provou três coisas:
1 - que, certamente, percebe mais de engenharia do que de futebol (o que não significa que perceba muito de engenharia...);
2 - que não bebe vinho do Porto (sim, daquele que dá audácia aos tímidos...);
3 - que não tem estaleca para aguentar o balneário e a pressão de um grande (os meus amigos andrades ainda estão para perceber como é que o Engenheiro não foi campeão com o Jardel...).
Agora, que foi (e bem!) despedido do Benfica, surjem as carpideiras do regime num elogio lúgrubre. Eu até nem queria bater muito no ceguinho. Mas pôs-se a jeito!
No GLORIOSO, teve todas as oportunidades. Até a de preparar uma época à sua medida, quando todo o terceiro anel estava exausto do ar pesaroso da própria vítima. Agora choram? Pois que o façam!
Selecção Nacional? Foda-se! Antes a petulância do Manuel José!
Benfica? Foda-se a duplicar! Só se for quando lá se deslocar acompanhado do grande amigo Jorge Nuno...
NB - O Rui Costa, na abordagem ao trabalho do Engenheiro, tem sido um cavalheiro. Um verdadeiro cavalheiro. Mesmo depois do Engenheiro ter proposto, no fim da época passada, a sua reforma...

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

"Não vejo José Veiga como grande arquitecto de qualquer vitória..."

Manuel Fernandes em Valência e eu em Amesterdão, não poderíamos estar mais de acordo.

O problema é a areia para os olhos...

E se não comento quando o Benfica anda a ganhar, também há quem não comente quando o Benfica não ganha...

terça-feira, 4 de setembro de 2007

os inenarráveis

Numa semana em que dois atletas do Sport Lisboa e Benfica dão duas medalhas de ouro, em campeonatos do Mundo, a Portugal, aparecem inenarráveis figuras a criticarem, como sempre, o que não pode ser criticado.
Eu sei, aliás, nós sabemos que um deles até disfarça, sabe-se lá com que motivação, a sua cor, tavestindo-se de homem de branco. Sei, até, que no fundo, lá bem no fundo, a sua luta é só uma e tem um só nome.
Mas isso não justifica tudo.
Recordam-me, aliás, os episódios das finais disputadas pelo Sport Lisboa e Benfica, em que 1/3 do país estava pelas equipas adversárias (o que eu acho, aliás, bem!). Compreendam, assim, a felicidade que tive em Maio de 2005...
NB - o investimento extraordinário que o Sport Lisboa e Benfica tem feito nas modalidades amadoras, transformando-o no clube mais eclético de Portugal - em todos os escalões, saliente-se -, tem de ser realçado. Não são 3 ou 4 imberbes, com pinta de ressabiados e pentelheira de dois dias, que colocam em causa um trabalho extraordinário!

É assim mesmo!

Os meus colegas, escribas aqui do blog, escreven nenos quando o Benfica está melhor. Porque será?

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Mercosul - 3 notas

1 - O mercosul atacante do Benfica vaidar muito que falar... Se Di Maria e Cardozo já conhecia, fiquei surpreendido com Maxi Pereira.
2 - Katsouranis é um líder. Um grande líder!
3 - Camacho é um homem diferente. Gostem ou não gostem, é um homem diferente...

NB - quando vi que o Makukula tinha sido expulso, nem precisei de confirmar o calendário...