sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Negócios...

O Manchester City apresentou ao Benfica uma proposta por Matic: 25 Milhões + Javi Garcia.

O Benfica vende Matic ao Chelsea por 25 Milhões a pronto. Pronto!

Se Javi Garcia aparecer no Olival amanhã, tenho a prova provada que esta Direcção LESA o Sport Lisboa e Benfica.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Afinal...

Vieira resgatou o Benfica à indigência.

Vieira restaurou o nome do Benfica.

Vieira e Soares de Oliveira são gestores de topo.

Vieira sonhou, e agora vende, vende como se não houvesse amanhã.

Afinal, como estão as finanças do Clube?

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O papel do Jorge

Dizem os jornais que os direitos económicos de André Gomes foram vendidos a Jorge Mendes, ou neste caso, à Gestifute.

Dizem os jornais, é certo. Ainda nada está confirmado pelo Benfica às instâncias competentes, mas também há muita coisa que o Benfica não comunica e só ficamos a saber nos relatórios de contas da SAD, de semestre em semestre.

A história de André Gomes não é nova. No único ano em que Nelson Oliveira teve algum papel atribuído no Benfica, a influência de Jorge Mendes foi feita com esse intuito. Disse o empresário a Luís Filipe Vieira que "ou o Jesus o mete a jogar ou eu compro-o e coloco-o onde eu quiser". A história é sobejamente conhecida. Jesus lá colocou o menino a jogar e Mendes não precisou de o comprar.

O que é surpreendente nisto é que Luís Filipe Vieira, o tal que não precisa de falar com empresários, o tal que proibia os empresários na Luz e que o tempo desses senhores ia acabar, afinal, e em mais uma prova da sua extraordinária coerência (extraordinária=que acontece raras vezes) fez o que tem feito: deturpa a palavra dada, e pior, fica refém de quem não queria (segundo ele) ficar.

Mas aqui aparece ainda o outro Jorge. Aquele que não lhe faz diferença se o jogador é português ou chinês, se é preto ou branco, ou se tem 27, 22 ou 35 anos. Aquele Jorge que vive a pensar o jogo 24 horas por dia, que raramente se engana e que tem a certeza de quase tudo. Esse mesmo Jorge, que olhando para o seu possível futuro, olha para o outro Jorge e faz aquilo a que é obrigado, mesmo contra a sua vontade.

Ninguém põe em causa o papel que hoje em dia, Jorge Mendes tem no mundo do futebol. Ninguém põe em causa que Mendes pode, de um dia para o outro, comprar qualquer jogador do Benfica, ou mesmo, como já fez em muitos casos, curiosamente a pedido do Presidente, interceder junto de outros clubes para comprarem jogadores do Benfica. O que aqui se põe em causa é que semana após semana, o Benfica vai dando as pérolas a porcos que, quer a comunicação social quer aproveitar, quer nós, benfiquistas dos sete costados, nos sentimos envergonhados de tamanha incompetência.

O que se põe em causa é a gestão danosa e a falta de estratégia desportiva e financeira que o clube atravessa sem uma ideia ou uma solução para sair de uma espiral de dívida que só tem tendência a agravar.

Jorge Mendes é um Clube

É mesmo?

E Vieira, é um Clube?

E o Benfica, ainda será um Clube?

sábado, 25 de janeiro de 2014

Isto do Fundo...

Não tenho, nem nunca tive qualquer talento para a finança. O que tenho de falta de conhecimento, sobra-me em perguntas. Então cá vai:

1- Se vendermos 10% do passe, p.ex., do Rodrigo ao Fundo, esses 10% que o fundo nos paga, e os 10% que recebe, não são sempre a favor do Banco?

2- No momento de alienação percentual ao Fundo, quem avalia a percentagem?

3- Não andamos, assim só por perguntar, a pagar a um intermediário e a perder receita?

Gostava que a malta me pudesse explicar isto. Obrigado.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Contas à lá Vieira

Matic só sai pela cláusula (50M€)= 25 M€

Rodrigo só sai por 30M€=7M€?

E a banda segue cantando e dançando....

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Gala do Benfica

Segundo o site do Benfica, a habitual Gala de Aniversário que se realiza todos os anos não vai acontecer em 2014.

2014, é para os menos esquecidos, o ano em que se comemora o 110º aniversário do clube. 

Para os menos esquecidos também, aqui no Ndrangheta discutiu-se muitas vezes não a utilidade da Gala, mas sim quem era convidado para tal. Entendemos que se o clube pertence aos sócios, é com sócios que a Gala tem de ser feita e não com quem, durante anos e anos, contribuiu para o afundar do clube, como os Oliveiras desta vida e afins.

Alegar que a Gala não se realiza por o clube estar a passar pelo "momento de pesar e luto que vivemos pela morte de Eusébio da Silva Ferreira" é cair no mais fácil populismo e na mais fácil demagogia muito próprias desta Direcção, e que têm na figura inanarrável de Pedro Guerra na Benfica TV, o seu expoente máximo.

Eusébio não queria um Benfica "fechado", "elitista" e "demagogo". Aliás, o Benfica tem na sua génese a força e vontade do povo, de quem o fez crescer, à custa de vitórias e conquistas, antes, durante e depois de Eusébio. O Benfica é muito maior do que Eusébio.

Se Eusébio ajudou (e muito) o clube a crescer, também não é menos verdade que o ECLETISMO do Sport Lisboa e Benfica fez com que o clube se tornasse no maior de Portugal e num dos maiores do Mundo. Eusébio não pode servir de desculpa para tudo, no luto anunciado de um ano pelo Presidente, sempre na ânsia de querer mais e mais protagonismo. 

Mas se analisarmos bem as coisas, se calhar a razão principal para a Gala não se realizar não é Eusébio, mas sim a falta de dinheiro para a organizar. Se for esse  o caso, o Benfica, à luz do que anuncia e comercializa, tem o melhor dos locais para se fazer uma Gala: o complexo do Estádio da Luz. Não precisava de ser no relvado. Poderia ser usado um dos pavilhões da Luz. A melhor homenagem que o Benfica poderia fazer a ele próprio num ano significativo para o clube.

Já nada me espanta nestas decisões. Já nada me espanta neste tipo de comportamento. Até quando?

Negócios do sr. Vieira...

O Uros também saiu pelo valor da cláusula?

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Gestão desportiva II

Estava eu a ouvir o Benfica 10 horas e Pedro Guerra sai-se com esta: "O Presidente sonhou com a Final da Champions, por isso apalavrou com alguns jogadores para que ficassem, ninguém diz que o Benfica vai à Final, mas olhe, era o sonho..."; "As pessoas têm de estar preparadas para mais duas ou três saídas, esta é a Gestão transparente e responsável e que não é feita ao sabor do momento, é planeada. Mas as vendas têm de ocorrer porque o Benfica foi eliminado da Champions. "

Tudo dito.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Gestão Desportiva?

Curto e grosso.

Continuando a gerir o Benfica desta maneira, Vieira vai conseguir aquilo que nunca nenhum presidente do porto conseguiu: ter o Sport Lisboa e Benfica ultrapassado em Campeonatos Nacionais pelos corruptos.

É continuar a apoiar, gente!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Impressionante

Como é que, ano após ano, época após época, os mesmos erros são cometidos?

Como é que, ano após ano, época após época, mentiras atrás de mentiras, e as pessoas ainda continuam a acreditar?


Agora a sério

Não foi o Presidente que disse que Matic saíria apenas pela cláusula?

Deixar sair Garay agora?

Que pensa, se é que o faz, quem manda no Clube?

Não há títulos para ganhar, ou é mais do mesmo?

domingo, 12 de janeiro de 2014

Vitória!

Agradeceram bem. Benfica! Benfica! Benfica!

daqui a bocadinho...

Homenagem ao Pantera? É saber que jogou infiltrado, com dores, com operações, com o joelho assassinado e ganhou.

É saber que perdeu fortunas, contratos, milhões, e ficou.

É saber que foi aplaudido, homenageado, honrado e chorado.

É saber que por tudo o que passou, ajudou o Benfica a engrandecer.

12 de Janeiro de 2014, seja o dia em que o Benfica começou a agradecer.

P.S- "Relativamente ao que foi possível apurar por Record quando à homenagem a Eusébio, fontes portistas asseguram que irãorespeitar totalmente a cerimónia que for feita mas que por enquanto não há nada programado nesse sentido."

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Luis Filipe OBRAR Vieira



A boa vontade nem sempre produz boas iniciativas

Falar a quente raramente dá bom resultado. Na ânsia de prosseguir as homenagens a Eusébio, Luís Filipe Vieira manifestou uma infeliz pretensão: encerrar a estátua numa redoma.

Inaugurada há 22 anos, a estátua serve o propósito de homenagear a vida de Eusébio. Encerrá-la com todas as ofertas dos últimos dias é o mesmo que demoli-la, é transformá-la numa homenagem ao luto dos portugueses. E isso parece-me manifestamente errado.

Durante 22 anos a estátua tem estado ali ao nosso alcance. Diariamente vimos crianças ao seu lado enquanto os pais as fotografavam, provavelmente as mesmas crianças que nos últimos dias vimos chorar. Há um simbolismo que se perde ao encerrá-la, uma desconfortável sensação de afastamento dos nossos ídolos que se instala.

Eusébio tem o seu espaço próprio no Museu Cosme Damião e não seria complicado reservar uma pequena área para expor todos as tarjas, cachecóis, camisolas, bonés e cartazes "oferecidos" ao King, imortalizando assim a homenagem de todos os portugueses que se deslocaram à Luz.

Há momentos em que recuar nas intenções é a melhor demonstração de bom senso. Não "matem" o Eusébio outra vez.

O engodo


O marketing da Cofina nem esperou pelo final do luto e lançou, via Correio da Manhã, uma pseudo-campanha para levar o Eusébio ao Panteão Nacional. Uma campanha, claro está, assente no voto telefónico e na chamada de valor acrescentado.

O aproveitamento mediático da morte do King é nojento. Se a Cofina quer ajudar a reformada Assunção Esteves, que aguarde a decisão política e depois assuma o real papel do mecenato passando o cheque em nome do grupo empresarial. Que não se arme em fiel depositário de um dinheiro que ainda não se sabe se será necessário para uma iniciativa cuja concretização ainda se desconhece.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Ainda não vi os golos do Benfica - Gil Vicente

Eram 9h58. Acabara de deitar o meu filho depois de lhe ter dado o pequeno-almoço e passado uma boa hora em brincadeiras parvas no tapete da sala. Liguei a televisão e procurei a RTP Informação para ver os 5 golos com que o Benfica brindara o Gil Vicente num jogo que não tive a oportunidade de acompanhar. Mas não houve resumo. E também não tive vontade de procurar os golos nos sites habituais. Nada nem ninguém é maior que o Benfica, mas há sempre um ou outro dia em que se instala a excepção.

Não me sinto capacitado a homenagear o Eusébio e tenho amigos como o JG e o Diego que já o fizeram de forma bem melhor do que eu alguma vez conseguiria. Limito-me a recordar o meu falecido avô, sportinguista, que nas suas visitas à Metrópole sempre desprezou Alvalade, preferindo cheirar na Luz o perfume de Eusébio. Esforço-me por me convencer que vi mesmo Eusébio jogar, que aqueles 20 ou 30 minutos a passo na celebração dos seus 50 anos foram competição ao mais alto nível e que Jean-Marie Pfaff foi incapaz de suster um golo histórico. E fico a pensar que ontem, na Luz, mais uma vez se provou que é muitas vezes na tristeza que se encontra a maior alegria em ser do Benfica.

Passaram mais de 60 horas desde que o apito soou na Luz. Foi o último jogo que o Eusébio teve o privilégio de assistir. Eu ainda não vi os últimos 5 golos que o Rei festejou.

Até já King!



foto L'Equipe

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O Benfica, o meu Benfica

O meu Benfica morreu ontem.

O meu Benfica que me fazia em petiz ouvir as histórias de Eusébio contadas pelo meu Avô, não é mais.

O meu Benfica que me fez comprar a história de Eusébio em BD, e me obrigou a lê-la centenas de vezes, saiu.

O meu Benfica dos 9 Campeonatos em 12 anos, foi enterrado hoje no Lumiar.

O meu Benfica das 2 Taças dos Campeões e mais 4 finais, deu a volta ao Estádio hoje à tarde.

O meu Benfica morreu.

Mas o Benfica não é meu, é do Benfica. 

Se o Benfica quer, e deve querer, aprender algo com o legado do King, então que aprenda que acima de tudo Eusébio odiava perder. Nunca se habituou. Mesmo com uma perna esquerda massacrada por algozes de cubes mil, encontrava maneira de marcar mais um golo, selar mais uma vitória. Este era  o meu Benfica.

Domingo gostava que os dois Benficas se encontrassem. Se não por Eusébio, pelo próprio Benfica.


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Resumo da Entrevista de LFV

José Manuel Delgado, o mesmo que há 8 anos faz da primeira capa d'A Bola de cada ano, uma entrevista a Luis Filipe Vieira, escreveu esta prosa, que demonstra o nível de sabujice e de encomenda que a mesma entrevista traduz:
"Um dos grandes perigos para a aviação (já em 1905 os irmãos Wright se queixavam...), responsável por vários acidentes trágicos, são os pássaros que se movimentam nas imediações dos aeroportos. Em 2009, um avião da US Airways, que saía de Nova Iorque com destino a Charlotte, acabou a flutuar no Hudson (a perícia do piloto salvou 200 vidas!), depois de ter perdido um motor numa colisão com um ganso. Anualmente, estimam-se em mil milhões de euros os danos provocados por aves em aeronaves.
Luís Filipe Vieira foi passar o Natal a São Tomé e Príncipe, onde está a trabalhar num projeto científico a sua filha Sara, bióloga marinha. Na viagem de regresso a Lisboa, um grande susto, assim contado pelo líder encarnado:
«O avião estava a levantar e eu vi, porque vinha junto à janela numa das primeiras filas, o pássaro que foi a seguir sugado pela turbina. Aliás o avião era um Airbus e a turbina ficava perto do sítio onde estava sentado. Houve um barulho, depois um silêncio, a seguir percebemos que o motor deixara de funcionar e o avião regressou à pista. Felizmente tudo acabou sem consequências de maior, mas o susto ficou. Até porque houve alguns segundos em que não se sabia o que ia acontecer a seguir...»

Pormenores interessantes deste tipo de prosa:
- Acidentes trágicos na aviação (não fosse o querido Líder falecer num acidente desses...)
- Mil milhões de euros em danos com acidentes provocados em aeronaves
- Luis Filipe Vieira saber que o avião era um Airbus (enaltecendo a qualidade europeia na construção aérea)