Exibição muito conseguida do Benfica, especialmente na segunda parte, frente a um Arsenal com o mesmo tempo de preparação.
Na primeira parte, o Benfica e Jorge Jesus apresentaram o clássico 4-4-2, mas demasiado estático, onde se provou que Matic não é construtor de jogo, nem Jara tem ainda aquele toque final de decidir o que é um passe ou uma correria desenfreada com a bola. Um sistema muito rígido, que deu para ver que, apanhando adversários que exploram as costas da defesa do Benfica é um perigo. Essa exploração das costas da defesa do Benfica deve-se ao facto do meio-campo estar partido com dois homens no centro e os outros dois nas alas, sendo que um deles (Bruno César) sente-se bem melhor no centro do que na ala. Aliás, foi notória a presença do brasileiro a procurar o centro do terreno para poder conduzir a bola e procurar os companheiros, mais do que na ala.
A segunda parte, foi completamente inversa. O sistema utilizado na Turquia serviu para mostrar que é este o sistema que o Benfica pode optar para jogar este ano, devido à qualidade dos jogadores do meio-campo para a frente. Uma ocupação dos espaços (devido à presença táctica de Witsel) correcta, a opção de usar extremos a flectir para dentro e a constante movimentação de Saviola permitem abrir espaços mesmo nas defesas mais cerradas que poderemos encontrar em Portugal. Queira Jesus deixar de ser tão casmurro e poderemos ser todos muito felizes, ele incluído.
Sinceramente, gostei de ver o Benfica jogar, quer na primeira, quer na segunda parte. A primeira foi mais contida perante a melhor equipa do Arsenal, que ano após ano, e elogios atrás de elogios a Wenger, continua com os mesmos erros que fazem com que o clube de Londres não seja campeão inglês. O Benfica, se mostrar a raça e o querer que mostrou no sábado durante a época, será um caso sério. Capacidade técnica e táctica dos jogadores há. Haja, como gosta de se apelidar, quem saiba tirar o potencial dos mesmos.
P.S. Gostava de saber se ainda há quem pense que o Aimar, como muitos ouvi durante as épocas anteriores, deveria ir embora do Benfica. E gostava ainda de saber, porque é que, após três jogos de enorme categoria e profissionalismo, Luisão ainda é assobiado...
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É notícia hoje que Cardozo quer deixar o Benfica. Depois da novela Luisão, agora é a vez do paraguaio. Curiosamente, no mesmo grupo de comunicação que tem colocado o nome do Benfica todos os dias nas capas. É mais do mesmo. Creio que não será preciso fazer comunicados sobre o assunto.
Luís Filipe Vieira deu uma entrevista ao Expresso, que só vou conseguir ler mais logo. Com tantos elogios espalhados pela blogosfera, é de suspeitar. A análise surgirá mais tarde, mas do que li, só o facto de ele dizer as pessoas para se preparar uma estátua em seu nome, não augura nada de bom...
Na primeira parte, o Benfica e Jorge Jesus apresentaram o clássico 4-4-2, mas demasiado estático, onde se provou que Matic não é construtor de jogo, nem Jara tem ainda aquele toque final de decidir o que é um passe ou uma correria desenfreada com a bola. Um sistema muito rígido, que deu para ver que, apanhando adversários que exploram as costas da defesa do Benfica é um perigo. Essa exploração das costas da defesa do Benfica deve-se ao facto do meio-campo estar partido com dois homens no centro e os outros dois nas alas, sendo que um deles (Bruno César) sente-se bem melhor no centro do que na ala. Aliás, foi notória a presença do brasileiro a procurar o centro do terreno para poder conduzir a bola e procurar os companheiros, mais do que na ala.
A segunda parte, foi completamente inversa. O sistema utilizado na Turquia serviu para mostrar que é este o sistema que o Benfica pode optar para jogar este ano, devido à qualidade dos jogadores do meio-campo para a frente. Uma ocupação dos espaços (devido à presença táctica de Witsel) correcta, a opção de usar extremos a flectir para dentro e a constante movimentação de Saviola permitem abrir espaços mesmo nas defesas mais cerradas que poderemos encontrar em Portugal. Queira Jesus deixar de ser tão casmurro e poderemos ser todos muito felizes, ele incluído.
Sinceramente, gostei de ver o Benfica jogar, quer na primeira, quer na segunda parte. A primeira foi mais contida perante a melhor equipa do Arsenal, que ano após ano, e elogios atrás de elogios a Wenger, continua com os mesmos erros que fazem com que o clube de Londres não seja campeão inglês. O Benfica, se mostrar a raça e o querer que mostrou no sábado durante a época, será um caso sério. Capacidade técnica e táctica dos jogadores há. Haja, como gosta de se apelidar, quem saiba tirar o potencial dos mesmos.
P.S. Gostava de saber se ainda há quem pense que o Aimar, como muitos ouvi durante as épocas anteriores, deveria ir embora do Benfica. E gostava ainda de saber, porque é que, após três jogos de enorme categoria e profissionalismo, Luisão ainda é assobiado...
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É notícia hoje que Cardozo quer deixar o Benfica. Depois da novela Luisão, agora é a vez do paraguaio. Curiosamente, no mesmo grupo de comunicação que tem colocado o nome do Benfica todos os dias nas capas. É mais do mesmo. Creio que não será preciso fazer comunicados sobre o assunto.
Luís Filipe Vieira deu uma entrevista ao Expresso, que só vou conseguir ler mais logo. Com tantos elogios espalhados pela blogosfera, é de suspeitar. A análise surgirá mais tarde, mas do que li, só o facto de ele dizer as pessoas para se preparar uma estátua em seu nome, não augura nada de bom...




