No entanto, foi preciso um brasileiro de 32 anos romper pelo lado esquerdo do ataque para "cavar" um penalty e safar o Benfica de mais um sufoco de 30 minutos e quiçá de ser eliminado por uma equipa tão fraquinha, mas tão fraquinha que até mete dó ver jogar.
Respondendo bem ao início do PSG, o Benfica podia ter ampliado ainda mais a vantagem de dois golos que detinha (por sinal, duas boas assistências de Nuno Gomes, com 50% de aproveitamento). Depois, Anderson outra vez, a fazer um carrinho onde Pauleta pôs a cabeça e reduziu a vantagem, igualando a eliminatória.
O problema foi depois. Pontapés para a frente e sem nexo, na busca incessante dos 2, 50 m que têm juntos Nuno Gomes e Miccoli, sem um fio condutor (volta depressa Rui...) e sem vontade de ganhar o jogo pela margem que o permitisse.
Até que surgiu Leo, para meio país amanhã parar ao meio-dia e saber com quem o Benfica joga nos quartos e quiçá na final.
Pelo sim, pelo não, vou já ver quanto custam os bilhetes para Glasgow...
Sem comentários:
Enviar um comentário