quinta-feira, 21 de junho de 2007

Barça, Barcelona e a vergonha!

Eu preferia não ser campeão, a passar por esta vergonha. Se fosse culé, hoje, pintava a cara de preto e lamentava a minha falta de sorte. Embora, desconfio, se a oportunidade fosse dada aos jogadores do Benfica, talvez só três ou quatro lá fossem. Talvez sim, talvez não. Mas a verdade é que isto se passou com uma equipa de estrelas, que é idolatrada por milhões de jovens no mundo inteiro. No mundo branco, no mundo negro e no mundo amarelo. Ao fim e ao cabo, no nosso mundo...
ADENDA: como a maior parte dos meus amigos sabe, nunca gostei do Barça. Nem, tão pouco, do Real Madrid. Simpatizo com outro clube, de outro país, anexado por Castela. Mas sempre simpatizei com Pepe Guardiola. Tanto que cheguei, durante algum tempo e naquele período inenarrável do Parma, a dizer que era o jogador que mais gostava ver de águia ao peito. Não deixa, assim, de ser curioso que o Barça apresente, depois da vergonha de ontem, Pepe como o treinador da cantera. E, pelo menos, todos temos a garantia de uma coisa: se Pepe fosse o treinador da equipa principal, ou, pelo menos, o seu capitão, nenhum jogador se tinha recusado a conferenciar com Mandela.
Dizem-me, no entanto, que Belletti é da mesma cepa. Tanto que se recusou, sequer, a negociar um contrato com o seu Barça aceitando os termos que os dirigentes quisessem. Mas Belletti não tem a relevância de Guardiola...

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