Usando algumas palavras aqui referidas recentemente tais como o que deseja um simples e mortal adepto do Benfica ou as supostas demagogias escritas pelos Capos culminando com um longo período celibatário na libertação de pensamentos por muitos considerados absurdos ou impossíveis no quotidiano vermelho e na própria reflexão de ideias mal concebidas sem surtirem como efeito publicitário de algo ou alguém com ou necessidade de poder, permitam-me uma pouco de DESEJOS DEMAGOGOS que me passam pela mente idiota sem fundamentalismos hipócritas, ou talvez não...
O meu único e sincero desejo seria, tal como os Americanos fizeram e bem há cerca de 40 anos, saber o caminho para a lua sem lá ter de ir primeiro, pois parece que só depois de fazermos (quem preside ou tem responsabilidades diretivas no Benfica) merda é que sabemos que teremos de ir por outro caminho que não aquele percorrido onde só se verá dejectos a circular nas decisões que provocam arrepios na espinha dorsal de um qualquer imbecil analisando à posterior a infeliz opção.
Mas fazer análises após o resultado das mesmas será muito fácil para quem não decide dirão muitos tal como será pacífico compreender o resultado das mesmas não sendo necessário o uso de gestores de topo para o fazer, sendo o trabalho destes evitar situações que provoquem tudo aquilo que a maioria não deseja ou com o qual se sentirá desconfortável, a não que as mesmas estejam previstas num âmbito de perdas assumindo-as apenas internamente como um General saberá que parte de seus homens nunca regressará de uma batalha, utilizando factores contabilísticas e louváveis ou discursos manobradores de massas "nazistas" contendo a rotatividade de elementos justificando todos e quaisquer atos nunca provocando acusações das mesmas para quem a elas se dirige por exitirem sempre razões superiores e válidas tal como houve nas justificações da invasão do Iraque por parte da NATO.
A verdade é que tudo na vida é confortávelmente governado por pequenas elites para as maiorias (Empresas, Governos, Clubes e claro a nossa querida SAD), que nem sempre cumprem ou decidem de encontro a essas mesmas maiorias.
Não pretendo discutir o jogador A ou B, ou a opção tactica X ou Y, nem mesmo pormenores de opções onde diferentes caminhos poderão ser validados com o mesmo final ou objetivo, as vitórias e os troféus conquistados.
Tal como os antigos povos conquistaram outros mundos ou países raramente se questiona a forma histórica (não confundir com heróica) com que aumentavam os Impérios mas sim o real tamanho e poder desse Império, sendo esta a forma com que algumas equipas aniquilaram outras do sul do nosso país, não podendo nunca servir de desculpa para o insucesso destas (onde se inclui o Benfica) pois são esses Impérios que hoje apenas se poderão confirmar em documentos históricos e por vezes derrotados por povos denominados diminutos ou fracos, ou em que outras vezes foram praticamente autodestruídos como se assemelha o nosso Benfica.
Analogando a metáfora ao nosso futebol e realidade vermelha paremos de nos desculpar (a nós e principalmente de desculpar quem dirige o Benfica) com eventuais questões de arbitragem (pois quem é coitado é o “corno”) pelo que estamos a passar ninguém poderá afirmar que nos anos 40,50,60 ou 70 não estaríamos nós a comandar aqueles pelos quais tratamos hoje por termos delicados como “Bois Pretos” (independentemente da qualidade de jogadores, equipa técnica e dirigentes), e aquilo que dizemos ou pensamos hoje não pensariam os meninos do norte durante essas décadas.
Aquilo que desejaria seria os dirigentes do Benfica mostrassem soluções para as atuais questões provocadas pelos próprios, e que parassem de falar de forma paradigmal onde se afirmam questões onde claramente se definirão como extremos (presumo que não será necessário identifica-las) e onde só se considera património aquilo que tem valor judicial ou imobiliário (por favor não peçam para especificar e usem a cachamona cinzenta), esquecendo que o Benfica é muito mais que uma simples empresa que como qualquer outra o patrão nunca fará ou defenderá aquilo que pretenderão as pessoas emocionalmente ligados a esta, sejam empregados ou não, mas sim aquilo que pessoalmente lhe interessará mais, mediante os objetivos que criou para o cargo que assumiu.
E já agora, alguém conhece o caminho, percurso, estratégia ou soluções para o Benfica no próximo ano, Triénio ou mesmo década, a nível desportivo, financeiro, directivo seja futebol ou modalidades amadoras sem ser os misteriosos discursos onde tudo se sabe e tudo se planeou mas onde ninguém fica a saber rigorosamente nada a mais a não ser a colocação de mais dúvidas dos reais objetivos de que dirige?Pensem racionalmente ... e vivam emocionamente.
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