É que a disputa de bola entre Katsouranis e Anderson é vista como agressão e intencional.
Só no Porto é que podem haver homens robustos e que saibam tocar a mesma música do "grego". Jorge Costa, o grande capitão, era o exemplo crónico do que afirmo.
Só no Porto é que há teorias de jogadas planeadas com intuitos maléficos. As viagens ao Brasil e os quinhentos não interessam.
Só no Porto é que a verdade é sempre distorcida e a culpa é da capital.
Só no Porto é que se dizem baboseiras e a comunicação social retrata e apoia incondicionalmente.
Só no Porto...
P.S. Só no Porto é que uma lesão muscular é tratada em semana e meia, passa a entorse no tornozelo e acaba em fractura no perónio...
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