É este o título do editorial do jornal O Jogo, assinado por
Diz o digníssimo senhor que o Lyon tornou-se um papão do futebol francês, porque para além de ir a caminho do hexacampeonato, já tem 14 pontos de vantagem sobre o segundo classificado, com 17 jornadas decorridas do campeonato.
Tudo isto para ter a seguinte tirada: “E Portugal não tem sido excepção ao longo de décadas, embora diferenciando-se num ponto no ciclo mais recente: a supremacia clara de um emblema (FC Porto) tende a ser justificada por análises baseadas em sofismas e, adivinha-se já por esta altura da época, numa engenhosa teoria da desgraça por o campeonato estar reduzido a 30 jornadas.”
Ou seja, para este colunista d’O Jogo, um árbitro estar em casa de um presidente é um sofisma, bem como a excepção ao longo das épocas estar reduzida a um ciclo recente e a desgraça maior é o campeonato ter 30 jornadas.
Realmente, para quem quer pugnar por uma isenção de informação, não poderia ter escolhido melhor texto…
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