Nem sempre um mau negócio é um mau negócio...
A venda de Simão, não sendo estranha, deve ser encarada com muita seriedade. As duas opções que se colocam não são fáceis: investir num jogador de qualidade ou reforçar o orçamento das próximas épocas. Eu preferia a segunda...
Entretanto, tal como disse aos meus amigos, Simão só saiu do Glorioso depois de vencidas as primeiras "obrigações", uma vez que não entrou o seu passe como garantia de reembolso no segundo empréstimo obrigacionista.
NB - A pressão espanhola para que Rasmussen abandonasse o Tour é inqualificável. Numa etapa em que a ETA aproveitou para fazer explodir dois engenhos explosivos, os espanhóis aproveitaram para insultar o dinamarquês até à náusea, chegando, mesmo, a tapar-lhe o caminho do alto dos Pirinéus. Se juntarmos a isto a pressão exercida pelos media e pelo próprio organismo que gere a prova, adicionando a forte pressão dos investidores espanhóis... temos uma salada russa incompreensível. Na verdade, não é o doping que está a matar o ciclismo. São os homens que tutelam os organismos...
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