sexta-feira, 6 de julho de 2007

Um já foi...falta outro

Rodolfo Moura não gostou da nova composição do departamento médico do Benfica e bateu com a porta. Desta situação, há várias coisas a reter e que não são perceptíveis logo à primeira:

- As decisões foram tomadas sem o seu conhecimento, o que é de facto estranho, uma vez que era ele que coordenava o departamento

- Se Rodolfo Moura tinha o seu "peso" dentro do departamento e tanta questão fez de levar o seu filho Bruno para preparador físico da equipa, porque é que os dois não se despediram?

É no mínimo estranho esta situação, uma vez que havia um gestor para o futebol e agora parece que o futebol não tem gestão. Tudo para iludir o adepto e "exigir" o regresso de Veiga.

Pessoalmente, não gosto de nenhum dos dois personagens aqui referidos. Se Rodolfo Moura é um profissional exemplar, um verdadeiro "workaholic", também é de outra filiação que não a encarnada e quando assim é, prefiro ver profissionais da verdadeira cor, como por exemplo António Gaspar.

Continuando com o clã Moura, o filho Bruno também podia seguir os passos do pai. Não é à toa que as lesões vão voltar a aparecer. Não é à toa que Luisão está há tanto tempo parado e não é à toa que Rio Ave e Alverca (clubes por onde o menino passou) desceram de divisão na mesma época onde o preparador físico estava.

O Benfica é grande de mais para Bruno Moura, quer ele queira ou não. Espero que os mesmos que tomaram a decisão de remodelar o departamento, tenham em conta que os serviços por ele prestados não sejam condizentes para um clube com a dimensão do Glorioso...

NOTA ACRESCENTADA - Após uma melhor pesquisa, afinal não é o Alverca, mas sim o Moreirense o clube em questão. Aliás, este facto já foi complementado com o comentário ao mesmo post. No entanto, fica a pergunta no ar: Depois do Alverca e do Moreirense, quais os feitos que justificam Bruno Moura chegar ao Benfica?

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