1 - César Peixoto, unidade fundamental na fase de construção atacante do Braga, nem viu o jogo! A quem se deve? A Maxi Pereira, que, tacticamente, fez um jogo excepcional. Não foi por aí que o Benfica empatou...
2 - Luís Filipe levou (apenas...) com Jorginho. Como é evidente, ofensivamente ficou em casa. Oportunidades criadas por Jorginho? Zero. Melhor, uma, mas partiu em fora-de-jogo...~
3 - Camacho entrou em Braga, mais uma vez, com quatro titulares no estaleiro e com Cardozo de rastos... jogou, é certo, na expectativa e tentou, em vão, que o contra ataque funcionasse. Foi pouco afoito? Foi. Mas se perdessemos era bem pior!
4 - Camacho devia ter ficado calado na conferência de imprensa, em vez de balbuciar coisas imperceptíveis? Não! Tem uma equipa de estreantes. Com um veterano (Rui Costa) e quatro jogadores feitos (Leo, Katsou, Nuno Gomes e Quim!), um central jovem com três jogos na Europa e meia época no banco, um africano que ainda não sabe bem com que arte da sorte aparece no Benfica (Bynia, que deixou boas expectativas...), dois jovens da América latina que muito podem vir a dar (Cebola e Di Maria), um uruguaio esforçado e tacticamente disciplinado, mas sem rotina de alta competição (Maxi), um avançado de grande futuro, mas cansado e desadaptado ao futebol europeu (Cardozo) e um lateral direito com uma crise emocional permanente, que só lhe permite jogar em clubes pequenos (Luís Filipe), como é que era possível tirar a pressão de cima dos jogadores, garantindo, no entanto, eficácia competitiva? Simples: retira-se a pressão do primeiro lugar, mas exige-se aos jogadores a qualificação da Liga dos Campeões. Se o conseguiu, ou não, no sábado lá estaremos para ver...
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