A pré-época começou marcada pela decisão de Miguel. Em vez de esperar pelo Benfica, Miguel - tanto faz que os idiotas sejam os próprios ou os seus representantes - tentou apressar as decisões. Mal ou bem, conseguiu os seus objectivos: foi contratado por um "grande" do futebol europeu, paralisou as contratações do Benfica - este objectivo era de outrém - e colocou os seus dirigentes num evidente e indisfarcável estado de sítio.
A juntar a esta confusão, Koeman decidiu, desde logo, impor um novo modelo à equipa de futebol: em vez de jogar de trás para a frente, joga-se do meio para a frente e da frente para trás. Três médios centros em linha, nenhum trinco e nenhum número 10. Outro idiota.
O Sporting, por seu turno, teve um início fulgurante. Labarthe, o novo Deco, garantia a desnessidade de adquirir João Alves. Moutinho assegurava toda a estabilidade defensiva/ofensiva. "O Gordo", que já não era, prometia todas as vitórias.
Entretanto, calhou a Udinese no sorteio. A UEFA ficou à vista...
O Porto, uma das equipas mais ricas do mundo, teve um início diferente do habitual: em vez de Reinaldo Teles e Pinto da Costa, quem mandava era Co Adriaanse. Encostou Sokota e Jorge Costa, sacrificou Ivanildo e Quaresma, apostou em Ricardo Costa e Raul Meireles. Tudo por um meio campo de Luxo: González, Diego e Jorginho prometem muito, mesmo muito...
Depois começou a época. E aí...
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