segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Benfica 4 - 1 Paços Ferreira

- José Mota tem razão! Há um fora-de-jogo a Wesley que foi marcado e que poderia ter dado o segundo golo do Paços de Ferreira, ontem na Luz, tornando o jogo "mais difícil" para o Benfica e com "menores possibilidades" de ganhar. Há três semanas, Nuno Manso fez o mesmo a Nuno Gomes, tornando o jogo mais difícil para o Benfica e com claras possibilidades baixas de ganhar, como se veio a provar...

- Maxi Pereira ainda está para saber (na minha humilde opinião de quem lhe paga o salário) o que faz no Estádio da luz, de 15 em 15 dias. É que para pisar aquele relvado, é preciso ter alguma classe, ainda para mais envergando o manto sagrado. E isso Maxi Pereira não tem de certeza absoluta...

- Camacho continua a viver um equívoco. Prefere dar o meio-campo a Maxi em deterimento de Nuno Assis. Ou seja, um médio criativo tem de jogar nas pontas e um "mono" é que tem de assegurar as transições defesa-ataque e ataque-defesa. Basta verem na segunda parte, quantas bolas Rui Costa passou ao seu companheiro lateral na zona central do meio-campo. Eu contei 2!

- Tiago Valente fez duas faltas puníveis com cartão amarelo e foi expulso. Não percebo a indignação de Paulo Sousa junto do fiscal de linha. Como já disse o Cosimo, até os penaltys legais na Luz agora são um escândalo.

- Tivesse José Mota optado por uma estratégia mais ofensiva e não tivesse jogado com três trincos (Filipe Anunciação, Paulo Sousa e Pedrinha) e talvez tivesse mesmo sido feliz na Luz. Assim, optou pela desculpa do costume quando vem à Luz: o árbitro! Tomara que quando é roubado noutras casas opte pelo mesmo discurso, usando sempre o seu chapéu da JCA.

- Uma palavra final para a transmissão da SIC e para Nuno Luz. Já todos sabemos que o rapaz é burro e não percebe nada de bola. Dá-se bem com os jogadores, com os presidentes e com os empresários e é por isso que está onde está. Mas já que tem algum orgulho em se afirmar como jornalista, este montijense poderia ter arranjado alguma informação sobre as equipas. Escusava de dizer no flash-interview: "Tenho agora aqui um jogador do Paços de Ferreira!" Um jogador? Por acaso até era Paulo Sousa, mas bastava olhar para os calções e ver o número. Não custava nada.
A entrevista, no mesmo flash-interview, a Luisão, é então típica de um lagarto ressabiado com o resultado e ávido de uma boa polémica. Vai daí, "provoca" Luisão com as palavras de Mozer ao principal pasquim nacional. Não foi dignificante verificar um jogador que já deu tanto ao Benfica criticar outro que deu muito ao Benfica. Não fica bonito e Nuno Luz deve estar contente, porque assim consegue arranjar peças para a sua semana de trabalho árduo...

NB - Não há palavras para descrever a paixão, o ritmo e a VONTADE que Rui Costa coloca, sempre que veste a camisola 10 do seu clube do coração...

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