Olhando para o plantel do Benfica vejo que se gastou em Andrés Diaz , EdCarlos, Sretenovic e Marc Zoro perto de 4,5 Milhões de Euros (sendo que Andrés Diaz só se adquiriu 50% do passe), jogadores de qualidade duvidosa e de ordenados elevados sem falar na duração de contratos.
Depois fez-se aquisições de jovens com algum peso financeiro e com qualidades por apurar sem ter uma política (ou estratégia) em que permita que os jogadores possam competir, evoluir e ganhar alguma maturidade sendo o caso de Filipe Bastos o mais absurdo que ficará 6 meses sem jogar.
Em 3 jogadores Sepsi, Halliche e Felipe Bastos o Benfica envolveu cerca de 4,5 Milhões de Euros (embora não pagos na sua totalidade neste defeso), jogadores esses que foram adquiridos sem uma política de aquisição de jovens jogadores que permitam a sua adptação e rotação no campeonato português.
Defendo pois uma estratégia que permita a aquisição de jogadores jovens mas que possam jogar e evoluir em equipas do primeiro escalão, pois só assim se poderá definir o calibre e capacidade real do jogador, sendo que se vingar nesses clubes mais facilmente vingarão na sua entrada no Benfica, ao invés de gastar cerca de 9 milhões em jogadores que poderão nunca vingar.
Excepção foi feita nos últimos anos aos 3 jogadores emprestados ao Nacional, mas preferia que se tornasse regra, pois adoraria ver jogadores a serem emprestados em clubes onde se possam mediatizar até por forma a serem valorizados ao contrário de os ver em clubes da Roménia, Chipre e Grécia.
A sua adaptação seria facilitada, tal como o seu conhecimentos do campeonato, equipas , jogadores e o próprio país, reduzindo ao máximo o seu sub-rendimento e espectativas goradas, essencialmente na cobrança muitas vezes dura e violenta do 3º Anel, permitindo aos activos do Benfica poderem evoluir no Benfica de forma suave e sustentada.
Ou seja, o Benfica nem efectua aquisições de jogadores com alguma maturidade que agarrem o lugar sem contestação tal como fez o Leo, nem permite que os jovens jogadores provenientes de aquisições ou dos juniores amadureçam noutros clubes e se tornem competitivos para ficarem a altura de lutar por um lugar no plantel do Benfica.
As palavras pouco coerentes ditas últimamente sobre portugueses na equipa do Benfica desmontra 3 internacionais (que dentro de 2 anos deixarão de ser selecionados) e mais 2 embrionários (Makukula e Nélson) , sendo muito pouco para uma equipa que quase nada aproveita das camadas jovens.
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