Imaginemos que existe um conjunto de empresários que detém os passes de dois jogadores uruguaios. Um é jogador do Sp.Cristal, esse portento do futebol sul-americano e o outro está no Paris SG sem jogar. Surge a possibilidade de se valorizarem, indo para um grande clube europeu, que disputa nomeadamente a Champions League. O conjunto de empresários não se faz rogado e assim, consegue colocar os dois jogadores no dito clube. Fazendo bem as contas, um é um razoável jogador e o outro um medíocre jogador. O razoável jogador assina um contrato com a duração de um ano, na condição de emprestado, tendo em vista ou a execução do contrato ou a venda do passe para outro clube. O jogador medíocre assina um contrato com a duração de 5 anos.
Entretanto, já tinha chegado um treinador e a ideia passa pela valorização dos dois activos (que nome tão bonito para jogadores da bola) ao serviço do clube. Um para ser reconhecido e contratado, o outro para ser vendido. Ao fim de um tempo, o razoável jogador consegue convencer alguns de que afinal tem uma margem de progressão ainda possível de melhorar (afinal tem só 21 anos) e o outro confirma a sua mediocridade.
O conjunto de empresários, ávidos de quererem rentabilizar os jogadores, começam a fazer exigências, nomeadamente no caso do jogador razoável. Estipulam um preço mínimo, que muitos consideram exagerado. Mas também só compra quem quer estar disposto a pagar.
Surge o final da época e o jogador razoável procura outras paragens, ficando o jogador medíocre.
Chega um treinador novo e começa a avaliar o plantel que tem à sua disposição. Olha para o jogador medíocre e vê que o mesmo não tem espaço para estar no plantel. Ou é emprestado, ou é vendido, ou é dispensado. Se for emprestado, pode voltar ao país de origem. Se for vendido, é complicado porque não sei que irá comprar tal jogador. Se for dispensado, tem de se dar a indemnização respectiva. Uma indemnização que custará 4 anos de salários + prémios.
Quem fica a ganhar? Quem tem a comissão sobre o jogador, porque assim ganha sempre de duas maneiras. Sobre o jogador razoável e sobre o jogador medíocre.
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência...
7 comentários:
Pois...o q vale é q temos lá alguem q não negoceia com empresários e q não sei q mais...
mas não foi sempre assim ?
E é bom ser assim? Dar indemnizações chorudas a quem não as merece??
E já agora, porque é que tem de ser no Benfica? Não há mais clubes onde fazer isso??
mas isto foi assim neste caso pq se tem um plantel para jogar num sistema tactico que um treinador gosta e depois passado uma jornada despede-se um treinador e contrata-se outro que nao tem capacidade para por uma ekipa a jogar em 1442 losangulo e precisa-se contratar jogadores a pressa para tentar remediar a situação. nakela altura ou nao se mudava de treinador ou entao contratava-se um treinador bom tacticamente.
Ou então não se fazem contratos de 5 anos com jogadores medíocres.. que venham a experiência com um ano de empréstimo mas com uma cláusula do real valor do jogador em vez de 5 milhões na opção de compra.. afinal é o Benfica que ajuda a valorizar o jogador.. que achas ?
mas axo k nem 5 milhoes tem a clausula axo k nem clausula há... o k é melhor para os empresarios pq se ele vingar ou pagas o k kero ou entao adeus e obrigado por me fazeres tripicar o valor deste marmelo(rodriguez)
Todos os jogadores emprestados ao Benfica têm cláusula de opção de 5 milhões, mas os que não prestam não aparecem emprestados mas comprados e neste caso por 2 milhões com 5 anos de contrato ( e foram 2 em vez de um - André Diaz e Maxi Pereira - 2 milhões cada), logo existe uma promiscuidade entre a gestão desportiva e os negócios privados dos empresários.
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