Pinto da Costa falou ontem. De duas formas diferentes, está claro, mas falou.
Primeiro juntou os seus amigos jornalistas numa espécie de conferência de imprensa. Ninguém lhe fez perguntas incómodas, claro está. Sobre o que disse, reservo o silêncio.
Depois - ou antes, que tanto faz -, emitiu um comunicado, criticando a demora na decisão da Liga sobre Petit - decisão essa que, olhando para o que foi dito pelo Papa, só pode ir no sentido da condenação -.
Não vou perder tempo, nem latim.
Só relembro que quando o Conselho de Justiça da Federação tem de revogar decisões do Conselho de Disciplina da Liga, acontece sempre o mesmo: em caso de serem jogadores do Porto, a decisão vem num ápice e em tempo, em caso de serem jogadores do Benfica a demora não permite decisão em tempo útil. Só a título de exemplo, relembramos o caso Benni e o caso Von Hoijdonk. Duas decisões iguais, com uma nuance: uma veio a tempo e a outra não.
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