A aplicação da Lei deve ser uniforme. Sem olhar a cores, preferências, ideologias ou entidades secretas. Tal não nos obriga a não censurar a Lei. Obriga-nos, apenas, a respeitá-la.
Nesse sentido, o caso do Benfica é paradigmático: poderá inscrever um guarda-redes na principal prova europeia, mas não o poderá fazer na prova doméstica.
Dura Lex, Sed Lex.
Mas tal não deixa de colocar em evidência o ridículo da Lei.
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