quarta-feira, 5 de junho de 2013

Tu queres ver...

A 12 de Agosto, na ressaca do episódio de Dusseldorf com o capitão do Benfica escrevi várias coisas, nas quais, estas:
Quem vê Jesus no banco, vê tudo menos um treinador calmo. Exposto ao jogo, esbraceja, grita, insulta, dá instruções, mastiga a pastilha como se não houvesse amanhã, quando deveria ser ele o primeiro, numa situação de conflito dentro do campo (e há tantas, em todos os jogos), que mantivesse a calma e reconhecesse, que muitas vezes, "chegar depressa e bem, não há quem!".

Este tipo de comportamento foi facilmente transmitido aos jogadores, inclusivamente aos mais experientes. Protestam sempre com o árbitro, levam amarelos por esses mesmos protestos e não há ninguém que durante a semana, os prepare para o que está todos os anos a ser preparado, sempre da mesma forma, sempre do mesmo jeito. É preferível esbracejar, gritar, insultar, questionar, em vez de manter a calma e continuar o jogo, com as ideias pré-concebidas para tal.

O Rogério Azevedo, n'A Bola escreveu este texto sobre a "taxa de bazófia" que imperou nestes últimos tempos:

Imagem retirada de Master Groove

Será que são poucos os que, identificando o mal, são "arbutres". Ou até conseguem perceber alguma coisa disto e que não é preciso inventar muito?

3 comentários:

Manuel disse...

Agora o que um jornaleiro andrade diz já é lei para os benfiquistas? Não é dos piores mas nunca gostei desse gajo!

Não passam de uns oportunistas, dar opinião sobre coisas que não lhes dizem respeito. E inspiram-se apenas naquilo que lêem em blogues benfiquistas, opiniões de benfiquistas ressabiados!

Um sistema que se alimenta a si próprio! Com os benfiquistas como os principais alimentadores!


António Malta disse...

Quando os verdadeiros Benfiquistas deixarem de comprar os Jornais da treta e por conseguinte continuarem a alimentar este tipo de jornalistas que basicamente especulam, é uma questão de tempo até fecharem as portas.

Pablo Aimar disse...

A crónica escrita por esse senhor, representa se calhar uma dura facada que ninguém gosta de ouvir, mas que representa a pura realidade.

Deixem de ser tapadinhos, é verdade que muitos jornalistas escrevem mais asneiras que outra coisa, mas esta crónica não é um caso disso (não conheço mais crónicas deste senhor).

Apenas acrescentava uma coisa, Jesus também falhou noutro aspeto: o físico. A equipa morreu depois da sucessão de jogos com Fenerbahçe, marítimo e estoril. Jesus não soube gerir a equipa.