segunda-feira, 1 de março de 2010

Afinal era um Alerta Alvi-Celeste

À saída de Lisboa soavam alarmes por toda a parte: era um temporal que (das duas uma) não permitiria a realização do jogo ou contribuíria para a perda de pontos da nossa equipa, era a batalha campal que se anunciava para as imediações do estádio. Afinal a chuva caíu em menor quantidade que noutros jogos do Benfica, o vento foi bem menos intenso que o anunciado e os vigilantes da verdade desportiva assustaram-se com o contigente policial que marcava presença em Matosinhos. O perigo afinal era outro, um verdadeiro furacão proveniente da Argentina que arrasou com o Estádio do Mar. Delicie-mo-nos até ao fim da época, porque este já não vai actuar na Liga dos Campeões com a nossa camisola.

Mas se Di Maria fez um jogo absolutamente genial, foi de Airton que mais gostei. Estreando-se num terreno difícil, ocupando aquela que é a posição crucial para o modelo de futebol que o Benfica apresenta esta época, deixou uma imagem muito positiva. E também me deixou algo chateado com o Jesus, que durante uma muito agradável conversa na quinta-feira garantia que o Airton ainda teria que esperar algum tempo para jogar, já que a importância da tarefa que o espera obriga a que os conceitos de jogo desta equipa sejam assimilados na perfeição. Oh Mister, fazer bluff com os adeptos? Afinal o rapaz já estava bem preparado para dar o seu contributo para o título. Uma coisa é certa, se já acreditava que Jorge Jesus é o homem certo no sítio certo e tempo certo, sem dúvidas fiquei depois da Gala do sport Lisboa e Benfica.

Ontem o clube bastardo deu-nos a sua prenda. Não fez mais que a sua obrigação. Agora não me peçam para torcer por aquela gentalha. Ainda por cima em dia de aniversário do Glorioso? Heresia!

1 comentário:

Kaiser disse...

Torcer pelos verdinhos?...antes gostar de cricket!

Carrega Benfica!