domingo, 27 de fevereiro de 2011

Uma questão de coerência

- O Benfica não quis deixar os créditos por mãos alheias, e por isso, alcançou a 17ª vitória consecutiva nas diferentes provas em que participa. Foi coerente!

- Vasco Santos conseguiu ver uma mão de Salvio na primeira parte quando este fez uma rotação do corpo. Minutos depois, numa rotação similar, um defesa do Marítimo toca com a mão na bola. Coerência? Claro! Um árbitro do Porto raramente marca penalty a favor do Benfica

- André Villas-Boas e Pinto da Costa ganharam ao Olhanense, ficaram 11 pontos à frente e do que é que falam? Das conferências de imprensa do Benfica e do que diz Jorge Jesus. São coerentes!

- Mas parece que o nervosismo está mais deste lado. No final do jogo, mais uma vez, cenas no meio do campo. Mais uma vez os mesmos intervenientes. Mais uma vez, optámos pela coerência.

Do jogo, o que se pode dizer é que o Benfica acusou cansaço e demonstrou uma coisa que eu não tinha reparado esta época: impaciência. O Marítimo vinha com a lição estudada e o Benfica queria resolver as coisas o mais depressa possível, sem ter tempo para pausar o jogo e pensá-lo. Ia-nos custando caro, mas Coentrão lá decidiu dar o pontapé que pôs milhares a gritar, dentro e fora do estádio.

Do final do jogo, nota-se que continuamos a persistir nos erros. Acaba a partida, agradecer ao público e ficar à espera que o adversário saia. Já sabemos que as coisas estão inquinadas e porque é que continuamos a cair nas esparrelas?

Viva o Benfica!

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