Está na actualidade a discussão sobre o desnorte do CRAC.
Falho de palavras escolho as do Imortal Albert Camus:
"A partir do quarto dia os ratos começaram a sair para morrerem em grupos. Das arrecadações, das caves, dos esgotos, subiam em longas filas, titubeantes, para virem vacilar à luz, girar sobre si mesmos e morrer perto dos seres humanos.
À noite, nos corredores ou nas ruelas, ouviam-se distintamente os seus gritos de agonia.(...)
Compreendia-se agora que este fenómeno(...)tinha qualquer coisa de ameaçador." Camus, A Peste
E é sobre esta última passagem que o meu inquietismo se debruça. Os ratos têm uma capacidade de sobrevivência assaz eficaz. Não podemos nem devemos descartar o impacto que os ratos têm na nossa sociedade.
Já não nos podemos dar ao luxo de vê-los morrer e encolher os ombros enquanto passamos e encarar a sua morte como algo natural. Não.
Não baixaremos os braços enquanto não contrapusermos todas as atoardas desinformativas que surgem na imprensa instrumentalizada.
A morte definitiva dos ratos será a purificação efectiva da sociedade. E temos de assegurar-nos que os erradicámos de vez.
A luta continua, e estamos cá para travá-la, doa a quem doer, venha quem vier!
Viva o Benfica!
5 comentários:
Tens toda a razão. No entanto, as pulgas - que são muito mais chatas, mas menos perigosas - são muito mais resistentes do que os ratos. E vão continuar a existir. Vão levar muito mais tempo a exterminar.
cabe-nos a nós nao deixar que as coisas estranhas q o foculporto faz caiam no esquecimento...
ha blogs, ha redes sociais (facebook) toca a publicar tudo para manter presente a corrupção destes tipos..
Talvez piores as baratas, imunes que sao à radiotividade termo-nuclear.
Dêem-lhes queijo (nao conseguem evita-lo) e sera mais facil o seu extermínio.
Muito bem escolhida a citação para este post.
E por falar em ratos, já viram o primeiro rato a fugir do barco (Fernando Gomes)?. Aceitam-se apostas em quem vai ser o próximo.
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