Já fui à Luz e já votei. Já exerci um dos deveres mais importantes da minha vida, ao lado das eleições que regem o sistema democrático em que nos encontramos e no qual o Benfica dá lições a muita gente, antes da própria democracia ser uma realidade em Portugal.
À hora a que fui votar, a fila era grande e isso satsifaz-me. Satisfaz-me porque os sócios estão empenhados na votação, porque mostra que os sócios estão comprometidos com o futuro do clube e porque a sua decisão será soberana.
É nisto que acredito, nesta democracia. Mas por acreditar na democracia e por fazer parte interventiva nela, é que tenho o direito e o dever de criticar o que está mal feito e de elogiar o que está bem feito. E é nessa permissa que os sócios do Benfica também devem pensar. É este o critério de exigência para quem escolhe quem deve tomar conta dos destinos do clube. Se o mesmo não for cumpridor com o que prometeu, têm de ser os sócios que o escolheram os primeiros a exigir explicações. É assim que a democracia também funciona.
Sendo assim, e quando ainda faltam 6 horas para se votar, votem! Em consciência!
VIVA O BENFICA!
4 comentários:
Triste, muito triste isto acontecer
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=GyA3AlHgE60
Por muito que custe a meia dúzia de canalhas que mais não fizeram nos últimos meses que enxovalhar o Presidente, o clube e cujo contributo que deram, foi o de dar argumentos aos inimigos externos para atacarem o Benfica, a eles dedico esta vitória contundente, esmagadora e inequívoca, mostrando claramente de que lado estão os benfiquistas e que essa meia dúzia de canalhas, ao contrário do que afirmavam, nunca representaram qualquer voz no Benfica, são demasiado insignificantes para isso, quando muito representavam-se a eles mesmos e até disso tenho dúvidas.
Carlos,
Os nossos inimigos não precisam de argumentos. Sabes porquê??
Eles até se dão ao luxo de ganhar títulos em nossa casa...
Depois de tanto tempo a presidente ainda não sabe???
"Se o dr. Rui Rangel tem um projecto para fazer do Benfica campeão, que me venha dizer como se faz" (LFV)
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