terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O minino

"Ricardo Quaresma Esta passagem pelo Inter não correu bem ao extremo. Até teve alguns - poucos - momentos de bom nível, fez mais de 900 minutos de competição a sério (Liga e Champions) mas acabou a experiência com a sentença de Mourinho: "O Ricardo precisa ter força psicológica para superar o medo de jogar". Medo de jogar. Ora aí está algo que Quaresma nunca teve mas que desenvolveu em Itália. Vai fazer-lhe bem a mudança para Inglaterra. Vai chegar ao fim da época com 25 anos de idade e passagens pelo Barcelona, Inter e Chelsea, o que está ao alcance de muito poucos.", foram estas as palavras do meliante, para aferir do empréstimo de Quaresma para o Chelsea.

Para quem defendeu tanto o menino quando este estava em Portugal e quem dissesse o contrário, ou seja, sub-avaliasse quem lhe dava tantas capas de futebol era logo apelidado de quem não sabia nada de futebol, aí está uma das provas.

Quaresma não deixa de ter talento, mas na esmagadora maioria das vezes não o aproveita em prol da equipa, ou então, só tem espaço para jogar em Portugal.

Não deixa de ter a sua piada o texto acabar com passagens pelo Barcelona, Inter e Chelsea. Não deixa de ser interessante o uso das palavras para iludir quem se quiser deixar iludir. Passar pelo Barcelona, Inter e Chelsea não é sinónimo de ter qualidade, ou de pelo menos, mostrar a mesma. E mesmo assim, com 25 anos, passar por esses três clubes sem atingir o rendimento mínimo exigível, não é muito abonatório.

Scolari vai tê-lo. Saberá usá-lo? Uma coisa é certa: há alguém que enriquece com isto tudo e o nome não é mencionado...

10 comentários:

Kaiser disse...

Desculpem lá, mas esta tem mesmo que ser sublinhada.

No post em que o meliante exulta o ciganito, somos brindados com uma das melhores análises de sempre dos dois melhores jogadores de ténis da actualidade: "O Chifrudo", Nadal, e "A Menina", Federer.

Até que o excelso meliante chegue ao palanque do Australian Open, em segundo, a um título de igualar o Sampras, veja lá se aprende uma coisa ou outra, sobre uma coisa ou outra...

A pessoas que para bestas só lhes falta o arco.

Abraço,
Kaiser

master kodro disse...

É uma pena que sejas incapaz de reconhecer ironia e humor, Kaiser, porque perdes o significado dos textos. HÁ pessoas que nem o arco lhes falta.

inespugnabile disse...

Tens razão Master Kodro, tens muita razão.

O Kaiser não percebe o que é fina ironia. Fina, do mais fino que há...

Ainda para mais, parece-me que o homem está a romper um ciclo de namoro contigo que me estava a emocionar...

Olha, sê bem vindo a uma casa democrática, que não censura comentários e admite todo o tipo de insultos aos bloggers. Todo o tipo...

Mas, já que nos dás o prazer da tua companhia, deixa-me que te diga uma coisa: o Nadal e o Federer são do melhor que há. Só que estão a anos luz do Sampras. A anos luz...

Kaiser disse...

É realmente de uma fineza única, com especial atenção na referência, fina, a Nuno Gomes:

"É mais ou menos isso, tudo junto, que eu penso do rapaz que escapou a uma carreira num ringue de boxe, ou a fazer maratonas, ou a ser lenhador no Alasca, ou bombeiro na Califórnia, o rapaz que faz parecer Rehagel um mestre da estratégia ofensiva, o rapaz que eu vi a erguer não sei bem o quê, que é pertença de outrem, ainda por cima. Um larápio, em suma. E com um aspecto sebento. E deve ser amigo do Nuno Gomes, porque está sempre a tirar as cuecas de dentro do respectivo. Na volta, conhece a Isménia. Adiante."
(cfr.hhtp://quatroquatrodois.blogspot.com/2008/07/wimbledon-nunca-ouvi-falar.html)


A pessoas que para bestas só lhes falta o arco (era mesmo "A" e não "Há", vejo que acusaste o toque...)

Um abraço para os que já têm o arco,
Kaiser

master kodro disse...

Claro que era, Kaiser, claro que era. Fino, fino é chamarem filhos da puta aos outros sem ironia. Continuo a achar que é uma pena que não compreendas as mensagens de textos irónicos e assumidamente bem dispostos, como se viu no teu primeiro comentário. É uma pena.

inespugnabile disse...

Se bem me lembro, o homem perdeu um dinheirão na final de wimbledon. E nisso, caro Kaiser - só nisso ... -, estou solidário. Eu também perdi! Foda-se, perdi um dinheirão e amaldiçoei o sobrinho do Nadal...

Kaiser, não aprecias a liberdade e democracia aqui do blog?

Pedro disse...

Quaresma é um artista de circo. Muito longe de ser um jogador de futebol. No porto, tal como muitos outros jogadores, tinha o beneficio dos árbitros, era protegido. Qts e qts agressões ele fez a outros jogadores q passaram impunes? Aquelas entradas, pisadelas, etc...

E depois não se podia tocar no minino e era logo falta. A história do fcp é pródiga neste tipo de criação de pseudo jogadores.

Num campeonato a sério, com um dos melhores treinadores do mundo o q é q se vê de Quaresma? ZERO.

E ainda havia quem o preferisse ao Simão. Vão lá perguntar aos colchoneros o q eles hoje pensam do assunto...

O minino sabe dar uns toques engraçados na bola...infelizmente não sabe mais nada!

inespugnabile disse...

E, meu caro amigo Kaiser, digo-te uma coisa: o homem pode cá vir as vezes que quiser e levar com essas do arco e da besta, que são de almanaque... EHEH!

Quanto ao Quaresma, tenho uma coisa para dizer: quem me dera que em Junho esteja na Portela

Kaiser disse...

Alguém lhe tem que ensinar a diferença entre "A" e "Há"...eu sei que é fina, mas existe...

Kaiser disse...

Foi pela liberdade e pela democracia que desloquei a discussão para aqui, meu caro inespugnabile!