domingo, 22 de fevereiro de 2009

O título ficou mais longe

Visão optimista: marcámos o segundo golo no segundo remate que fizémos na segunda parte.
Visão pessimista: o primeiro remate da segunda parte foi ao minuto 87.
Como bem assenta o Pedro Ferreira, não é hora de atirar as toalhas ao chão, nem, tão pouco, procurar responsabilidades. Mas nós, que já tivémos o campeonato na mão, sabemos bem que a 11 jornadas do fim, 4 pontos são muitos pontos. E são muitos mais se Aimar, Reyes e Suazo decidirem passar ao lado dos jogos.
E digo isto sem medo: hoje, a páginas tantas da terrível segunda parte, Reyes virou as costas a um lançamento de linha lateral, na sua zona de pressão. Admito tudo. Admito, até, que há dias em que não sai nada, quer se queira, quer não se queira. Mas não admito que isso aconteça!
Muito mais se o miúdo que devia ter algum apoio do cigano andaluz, que de origem é central, mas que joga a defesa esquerdo, se lembra de, primeiro, tentar fintar o filha da puta do Liedson, depois, pontapear a atmosfera e, por último, entrar á queima a um gajo que é filho de um homem que sofreu tanto como nós.
Melhores dias virão, é certo. Agora não me obriguem a voltar a sair de Alvalade com a sensação que uma derrota por um golo, face ao que se passou, foi um mal menor.

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