Sem perceber porquê, Carlos Quierós decidiu levar a selecção portuguesa a um país do centro da Europa, conhecido por tudo, menos por futebol, invocando um argumento ad hominem: aqueles amadores que defrontaremos são parecidos com os dinamarqueses!
Foda-se, ninguém o cala?
PS - Entretanto pela blogosfera portuguesa há quem se tenha lembrado da época Scolari. Fez bem: Queirós, ao pé do brasileiro, é um mini ao pé de um Ferrari. Lamentavelmente é um daqueles minis furados...
Até breve e Viva o Benfica!
7 comentários:
Foda-se, tu sabes o que é um argumento ad hominem?
:)
A pedido do inespugnabile, a banhos na Pérola do Atalântico, aqui fica: "(...) um argumento ad hominem é uma resposta falaciosa, ou com argumento falacioso".
Não kaiser. É um tipo de argumento falacioso. É falacioso porque normalmente põe em causa outro argumento não pela sua falta de mérito mas pelo demérito de quem o emite. Ou seja, não encaixa aqui.
Boas férias! Um abraço para a Pérola, onde tenho raízes!
Encaixa, encaixa. O Queirós, se bem li, tentou justificar a ida ao país do futebol amador.
E como? através de um argumento que assenta numa falácia.
Qual? A falta de mérito de quem considere que a Dinamarca e o país do futebol amador estão tão longe um do outro, como a terra de onde eu escrevo está longe da democracia.
Shankly, obrigaste-me a vir de Machico ao Funchal para te responder, o que só abona a teu favor. Não me obrigues, agora, a explicar-te o evidente... quando Queirós disse o que disse, estava a justificar o injustificável através de um argumento absolutamente falacioso. E entre outros, criticava-me a mim, que tive o descaramento de dizer a alguém bem próximo do Madail que era uma vergonha o que estava a acontecer a três dias do início da primeira jornada!
Não disse que o argumento não era falacioso. Disse que não era ad hominem. Um argumento ad hominem é, por exemplo, dizer:
"O Hitler disse que o céu é azul. Mas como o gajo era uma besta só pode ser mentira"
Se o Queirós dissesse que quem disse que os gajos do Liechtenstein não eram parecidos com os dinamarqueses foi um gajo sem prestígio, justificando assim aa escolha de adversário, aí sim, seria ad hominem. Ou seja, em vez de atacar os argumentos propriamente ditos, ataca quem os profere. OK?
Vá, boas férias e não percas tempo com estas merdas.
Frankly Mr. Shankly, obrigas o inespugnabile a deixar Machico!
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