sexta-feira, 2 de julho de 2010

João Santos

Os tripeiros corruptos anunciaram hoje a contratação do extremo João Santos, bi-campeão de basquetebol com as nossas cores.
Já sabia (e anunciei aqui) que João Santos seria atleta do Porto.
Sabendo que a proposta apresentada era financeiramente apelativa - para não dizer irrecusável, porque há quem resista a tudo! - e que o Benfica não podia responder, fiz todos os possíveis para evitar este desfecho.
Tinha João Santos como um benfiquista de gema - tanto que saiu de Valladollid depois de acabar um decisivo jogo da liga espanhola e ainda chegou ao Porto a tempo de festejar o 31.º título em clima de euforia! Será que continuará a sê-lo?
Da sua atitude com aquela camisola ao peito sairá a resposta. Se se deixar levar por aquela gente, fazendo o que eles pedirem, as nossas portas, mesmo as da bancada, estarão fechadas. Se não se deixar ir em merdas, cumprir o seu papel como profissional e voltar para a sua terra, apoiando o seu clube de sempre, os dois anos que passará em Palermo serão esquecidos.

João, o teu futuro está, como sempre, nas tuas mãos!

4 comentários:

pdah disse...

é uma vergonha que ninguem denuncia, o que o treinador do porto anda a fazer, usando o estatuto de seleccionador nacional.

foi o joao santos, foi o miguel miranda da ovarense e o elvis evora esteve quase.

JNF disse...

Quando jogarmos contra o Porto na Luz, é levar fotocópias de notas e atirar isso para o chão do pavilhão.

Astutillo Malgioglio disse...

Vai ter vida dificil. Muito aplaudido quando se foi despedir do publico, mas com muita gente a bater palmas sorrindo e dizendo para o lado "para o ano estás tão fodido".

João Pedro disse...

O João Santos é e será para sempre um senhor do basquetebol, na linha do que foi Paulo Pinto e do que continua a ser Sérgio Ramos. Faz parte de um lote restrito, muito restrito, motivo pelo qual merece todo o respeito pelos adeptos da modalidade. Fez pela vida, como de resto todos faríamos no seu lugar, por mais que alguns teimem em vir com as cantigas moralistas do costume. Nas modalidades ditas «amadoras», «amor à camisola» não significa «pão e vinho» na mesa para todo o sempre... Só quem não o sabe, ou, sabendo, finge que não entende, critica esta malta. ;-)