Passar um fim-de-semana (e mais uns dias...) na Madeira, a beber coral atrás de coral (e alguma Poncha...) e a aturar a escória que preside a determinada claque de determinado clubezeco, não é tarefa que apresente facilidades. Mas ultrapassou-se, estou bem de saúde e continuo a amar o Sport Lisboa e Benfica!
Por isso não compreendo as duas posições extremadas que por aí gravitam. Se é verdade que fomos, quando podíamos ter dado o golpe de mestre, afastados da possibilidade de chegarmos às Antas com 10 pontos de avanço, não é menos verdade que passámos pelo mês de Dezembro e de Janeiro com o Rei na barriga, pensando que o campeonato já era nosso.
Desprezámos, na essência, a força do sistema, não trabalhando, mental e fisicamente, a equipa para as dificuldades que se adivinhavam.
Em Matosinhos, em casa com o Vitória de Setúbal e Nacional, fora com o Trofense e o Belenenses, entregámos o ouro ao bandido, sendo que o bandido apareceu e tirou o que podia tirar.
Só quando percebermos, de vez, o jogo de equações que rege o futebol português poderemos, com firmeza, vencer. Não basta sermos melhores. Temos de ser os mais fortes!
5 comments:
Meu caro inespugnabile:
Se não trabalhámos mental e fisicamente as dificuldades, de quem é a culpa?
Se não percebemos o jogo de equações que rege o futebol português, de quem é a culpa?
Para sermos os mais fortes, o que é preciso?
é preciso alguém que tenha uma mentalidade vencedora. é preciso alguém que não trabalhe no gabinete. é preciso alguém que perceba se os jogadores são vencedores. é preciso alguém que saiba onde éstá o poder. é preciso alguém que queira derrubar o poder...
enfim, é preciso alguém que anime quando as tropas estão em baixo e que exija quando se festeja em exagero. é preciso alguém que se porte como um pai, mas que seja severo na vitória e paciente na derrota.
E quem é esse alguém?
sem falar de nomes onde se inclui esse alguém na estrutura do Benfica, ou se já existe alguém com essa posição quem se substitui?
Amén!
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