segunda-feira, 14 de março de 2011

Receio não é medo...

O inespugnabile está com receio - e não medo. Pois eu não...

Tirando o chapéu aos dois jogadores que ontem vestiram com orgulho apaixonado o manto sagrado: Pablo Aimar e Nuno Gomes - e fazendo menção honrosa ao Moreira, ao Roderick (coitado do Jardel...), ao Jara e ao Airton, partilho com todos vós o momento do jogo:

- Início da segunda parte, César Peixoto a apertar (pela quinta vez...) uma das chuteiras, com o jogo a decorrer e a bola no nosso meio campo defensivo (zona de actuação do César Peixoto na segunda parte), e ouve-se na bancada - duas filas acima da minha - "Ó César! Olha que o jogo já começou e já houve intervalo!".

Quem diz "Ó César!", podia ter dito "Ó Filipe!", "Ó Felipe!", "Ó Kardec" e por aí adiante...

Eu até percebo a ideia do Jorge Jesus, acho é que a mesma peca por tardia. Tivesse ele começado a rodar os jogadores (aos poucos e não todos de uma vez) antes e, vai na volta, a coisa teria corrido melhor.

Agora, Rapaziada, é esmagá-los em Paris! Temos três taças para ganhar! E eu, ao contrário de algumas vozes que por aí andam, "acardito" que temos estofo para a mais importante delas todas.

Lembrem-se, apenas, que a ideia é jogar com o orgulho e a paixão do Pablito e do Capitão.

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